"Todos esses momentos ficarão perdidos no tempo, como lágrimas na chuva"

Quando surgiu em 1982 nos cinemas, Blade Runner foi um lançamento quase esquecido. Foi um dos casos mais simbólicos da arrasadora interferência dos estúdios sobre as obras dos cineastas. Ridley Scott(diretor) foi obrigado a fazer bruscas alterações que iam desde uma desnecessária narração em off, até a modificação completa de seu final, com a inclusão de uma cena do filme O Iluminado, com o intuito de eliminar as interrogações deixadas em seu desfecho. Como resultado disso o filme demorou um bom tempo para ganhar seu reconhecimento. Hoje podemos afirmar sem duvida alguma que Blade Runner é uma verdadeira Obra Prima, um clássico da mais alta estirpe e um dos filmes mais influentes e cultuados da década de 80.
O filme foi baseado na obra Androids Dream of Electric Sheep? de Phlip K. Dick. A adaptação ficou por conta de David Peoples e Hampton Fancher. No elenco temos Harrison Ford, Rudge Hauer(em uma interpretação antológica do líder dos replicantes), Sean Young entre outros. No inicio do século XIX, é desenvolvido uma espécie de robôs chamada de replicantes, que são utilizados como escravos na colonização de outros planetas. A situação muda quando um grupo de replicantes fazem um motim em uma colônia fora da terra. De forma que tais espécies acabam sedo consideradas inimigas sob pena de morte. A historia do filme tem inicio quando um ex-policial(interpretado por Harrison Ford) é convocado para matar cinco replicantes que chegam a terra.
Durante a projeção a historia vai ganhando linhas de profundidade cada vez maiores, com implicações filosóficas riquíssimas. Cenas como a da morte da replicante Zhora(Joanna Cassidy) enquanto corre sobre vitrines e a de Roy Batty, enquanto profere a antológica frase que deixei em destaque, são exemplos do quanto que esse filme é fabuloso. Atente também para a brilhante trilha sonora composta por Vangelis.
A dica é a seguinte: para compreender o filme em sua essência prefira a versão do diretor que foi originalmente lançada apenas em 92. As Caixas de DVD geralmente possuem as duas versões. Para ver o Trailer clique aqui.
Cotação: 100
O filme foi baseado na obra Androids Dream of Electric Sheep? de Phlip K. Dick. A adaptação ficou por conta de David Peoples e Hampton Fancher. No elenco temos Harrison Ford, Rudge Hauer(em uma interpretação antológica do líder dos replicantes), Sean Young entre outros. No inicio do século XIX, é desenvolvido uma espécie de robôs chamada de replicantes, que são utilizados como escravos na colonização de outros planetas. A situação muda quando um grupo de replicantes fazem um motim em uma colônia fora da terra. De forma que tais espécies acabam sedo consideradas inimigas sob pena de morte. A historia do filme tem inicio quando um ex-policial(interpretado por Harrison Ford) é convocado para matar cinco replicantes que chegam a terra.
Durante a projeção a historia vai ganhando linhas de profundidade cada vez maiores, com implicações filosóficas riquíssimas. Cenas como a da morte da replicante Zhora(Joanna Cassidy) enquanto corre sobre vitrines e a de Roy Batty, enquanto profere a antológica frase que deixei em destaque, são exemplos do quanto que esse filme é fabuloso. Atente também para a brilhante trilha sonora composta por Vangelis.
A dica é a seguinte: para compreender o filme em sua essência prefira a versão do diretor que foi originalmente lançada apenas em 92. As Caixas de DVD geralmente possuem as duas versões. Para ver o Trailer clique aqui.
Cotação: 100
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